terça-feira, 24 de abril de 2007

Ponta cabeça


Olá!!! Aí vai uma nova poesia, para propor novos ângulos.. Beijos!!


De ponta a cabeça

O quão inquietante seria
Em um dia comum de trabalho
De repente virar ao contrário


Neste dia o simples pôr do sol
É o mesmo pôr da gente que assiste
O movimento da Terra rompendo o vácuo
Não é apenas nosso passivo espetáculo

Perceber que sutil agonia
Que ninguém me virou a cabeça
A cabeça que me vira nesse dia
O meio é o final de um começo
E o aceno de adeus
Representa ir e vir

Dormir de noite não descansa a mente
E quem diz sinto muito não sente
O homem que odeia mentira
sabe que no fundo mente

Insistir no bizarro da vida
De ponta a cabeça, não se intimide
Sentir sempre, o oposto do véu
De cambalhota quem sabe
Ir parar no céu

3 comentários:

Becarol disse...

É, minha amiga.
Gostei muito dessa de hj. Vou te falar uma coisa q eu já disse mas não canso de repetir: como é gostosa essa fase de CONHECIMENTO de coisas q vc NUNCA imaginou q existissem... Coisas q vc julga bizarras acontecem... e no final vc vê o quanto foi bom pra vc.
Eu quero estar sempre em transição, acho q é por isso q eu sou tão confusa... quem é estagnado parece sempre q é mais tranquilo, né?
rs

T amo!

Amanhã iremos, fato.

Luluca disse...

Muito boa, hein?

A melhor parte é:

O meio é o final de um começo
E o aceno de adeus
Representa ir e vir

Eliane Lili disse...

cabeça virada no texto,
cabeça virada na foto,
cabeça de filha virada?
nunca...minha filha é cabeça...